I believe that my life's gonna see the love I give return to me.
John Mayer.

domingo, 29 de janeiro de 2012

mais bolinhas, por favor.

Amor e bolinhas ocultas.

Um pouco mais de colorido e narizes vermelhos também. Bolos de chocolate, sorvetes de flocos e uma pizza da Di Lidia pra terminar um dia. E a malhação que se dane: vale a pena quebrar as "regras" de vez em quando. Que o sol resolva se mostrar mais nesse tico de verão que ainda me resta, pois obviamente prefiro mais ser uma morena bronzeada do que uma desbotada. Que eu sinta mais saudade, porque sei que virão encontros calorosos. E que ela nunca se vá, ou diminua sequer, porque aí eu tenho certeza de que muitos outros virão. Mais risos e mais amor, muito mais amor.
Ps.: e mais textos também. :)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

1 ano.


http://mef87.deviantart.com/


Quem me dera se minhas mãos digitassem na mesma velocidade em que corro. Por favor, entenda, leitor. Tenho pressa. Tenho pressa em dizer que amo, e que talvez eu sempre amei, apenas não tinha me dado conta disso. É que às vezes a gente só percebe quando o amor que fica guardado aqui dentro resolve sair, espairecer um pouco e conhecer de verdade o coração alheio. É quando a gente resolve conhecer o outro, e se entregar. De olhos fechados, mas com a mente aberta. E então percebemos que, realmente, o que a gente mantinha aqui dentro simplesmente não podia mais ficar. Como pode, sem espaço? É demasiadamente grande, leitor. Não se encaixa em qualquer definição de espaço postulada pela matemática, e nenhum, exatamente nenhum adjetivo consegue expressar como os amantes se sentem. E ainda afirmo: não há biologia no mundo que seja capaz de explicar como tudo se desenrola aqui dentro. São tantas sinalizações, tantas informações, que a ciência não consegue acompanhar o que acontece com aqueles que amam. Afinal, como explicar um coração que bate aceleradamente mas, ainda assim, se encontra calmo? Como explicar a tremedeira que o corpo sente quando um certo alguém está, apenas, para chegar? Repito: os cientistas não me convencem. Fico com o que a gente sente, e ponto final. Fico com o que não há explicações, que chega de repente e, se for verdadeiro, fica. Ou melhor, verdadeiro não é a palavra certa; afinal, pode-se ter um verdadeiro amor por uma planta, ou por um amigo. A diferença está em compartilhar. A diferença está em como esse amor, verdadeiro, é compartilhado. Sem preocupações, sem autoridades, e sem hora pra chegar ou sair. É livre como um pássaro, e voa nesse imenso céu azul, em dias ensolarados, com o direito a um lindo pôr-do-sol e um mar de estrelas a noite. Voa para onde quiser ir, sabendo que sempre haverá um outro pássaro para acompanhá-lo, e compartilhar tudo o que há de mais belo no mundo inteiro. Compartilhar não só todo o amor que cabe em si, mas também o que não cabe.



"É que eu preciso dizer que te amo, tanto..."
- Dé, Bebel e Cazuza.